Pergunte ao Psiquiatra

Tire suas Dúvidas sobre Psiquiatria

 

Dr Eduardo Adnet - Médico Psiquiatra

 

Especialista Titulado Pela Associação Brasileira de Psiquiatria e Associação Médica Brasileira

 

Gratos por sua visita!

Desde que publicamos esta seção no site, temos recebido diversos emails com diferentes dúvidas e questionamentos sobre Transtornos Psiquiátricos, medicamentos, dentre outros assuntos relacionados com a Psiquiatria. Devido à importância de vários dos temas mencionados por nossos visitantes, gostaríamos de solicitar que, ao final de cada mensagem, a pessoa que nos enviar um email coloque, em baixo na mensagem, a autorização para que publiquemos aqui suas dúvidas. E isto para que outros também possam se beneficiar. Evidentemente, não divulgaremos nem o nome e nem o email do visitante, apenas as perguntas.

 

LEIA ISTO COM ATENÇÃO ANTES DE ENVIAR SUA PERGUNTA!

Por normatização do Conselho Federal de Medicina, Não são Permitidas Consultas Online, mas apenas esclarecimentos de dúvidas de caráter genérico com vistas a utilidades informativas. Para situações que envolvam demasiada especificidade pessoal na pergunta, não há como substituir a consulta com o médico psiquiatra.

 

As perguntas enviadas são selecionadas para resposta, e somente serão respondidas as perguntas que puderem suscitar respostas para benefício dos visitantes do site no que diz respeito a uma melhor compreensão de assuntos ligados à Psiquiatria.

Devido ao grande volume de emails que recebo, passei a agrupar as perguntas por assuntos e tópicos, a fim de facilitar a navegação no site. Os demais assuntos continuarão nesta página até posterior agrupamento por assunto. Sugiro que primeiramente, se faça uma busca no site. Se não encontrar o que deseja, envie suas dúvidas. As perguntas selecionadas serão respondidas. Envie suas perguntas clicando aqui!

 

 

Leia as Perguntas e Respostas abaixo, e se não encontrar o que busca, envie suas dúvidas clicando aqui

 

Sinto-me honrado e agradecido por sua visita ao nosso site!

 

   Médico Psiquiatra e Nutrólogo

 

TÓPICOS E ASSUNTOS - CLIQUE NO TÓPICO DESEJADO
Transtorno Bipolar Medicamentos em Psiquiatria Perícias, INSS

Ansiedade e Depressão 

Transtorno Obsessivo Compulsivo

Transtornos da Alimentação

Esquizofrenia

Sinais e Sintomas Diversos

Sexualidade

 

Perguntas ainda não Agrupadas por Tópicos

 
Sobre Internações Psiquiátricas
Dr. Adnet, minha família está não sabe mais o que fazer. O meu irmão, de 37 anos, piora cada vez mais do transtorno bipolar, e se recusa a se tratar. Tem sintomas clássicos e evidentes da doença. E cada vez mais seguido. Torna-se furioso com facilidade. Arruma confusão, tendo já sido processo criminalmente por conta de excessos de fúria. Põe seguidamente a vida em risco ao sair por aí pra viver como andarilho, dormir na rua e brigar com marginais. Sempre volta pra casa para achacar os parentes, depois some de novo. Já tentaram matá-lo por aí mais de uma vez. O problema é que ele diz que o transtorno bipolar é a sua vida, sua religião, a vida que ele escolheu. Minha mãe não queria interná-lo de novo. Mas se continuar assim, achamos que ele pode até ser morto. Tem algum jeito de obrigá-lo a se tratar,! afora a internação compulsória? Obrigado! (Porto Alegre)
 
Publiquei sua resposta aqui.
 
Psiquiatria, Neurologia, Tratamentos

Olá, Eu tenho 29 anos e faço mestrado. Eu sempre fui bem na gradução, tive boas notas e tinha atenção quando eu queria e sabia direcionar minha atenção para a leitura de um livro por longos periodos de tempo. Para entrar no mestrado, cheguei a estudar por quase 2 anos, 8 a 12h por dia, segunda a segunda. Quando entrei no mestrado, eu comecei a ter dificuldades no aprendizado com o tempo, e dificuldade de atenção. Fui mal no primeiro ano de mestrado, reprovando algumas matérias que me deixaram um pouco desanimado. As disciplinas que eu mais gosto, eu tive um mau desempenho relativo aos demais da turma. Cada vez está mais difícil de estudar, principalmente em casa, que me distraio facilmente com internet, jogos do pc, filmes, seriados, etc... Além disso sinto dores de cabeça quando eu fico em casa, não sei se é por estar bravo por não conseguir estudar. Eu tenho desvio de sépto nasal a mais de 7 anos, mas eu percebi que a sinusite "ataca" quando eu estou nervoso. Eu gostaria de saber se devo procurar um psiquiatra? Em geral, quando dura e quando custa um tratamento? Tratamento é por medicamentos ou conversar com um psiquiatra? Grato pela atenção.

 

Prezado amigo, dificuldade na atenção, distratibilidade e prejuízo progressivo do desempenho das funções cognitivas e intelectivas podem sugerir tanto um transtorno psiquiátrico como um transtorno neurológico. Embora a Psiquiatria e a Neurologia sejam especialidades médicas primas, convém lembrar que o funcionamento da psiquê (mente) passa pelo bom funcionamento do aparelho neurológico encefálico (cérebro, tronco cerebral e cerebelo). Uma das funções precípuas da Neurologia é avaliar a integridade física e funcional do Sistema Nervoso Central (Encéfalo e Medula Espinhal). Uma vez certificados de que o SNC se encontra hígido (saudável), o que se tem a fazer (em casos como o seu) é buscar a Psiquiatria, esta especialista em detectar disfunções diversas relacionadas ao desempenho das expressões do SNC, da psiquê e do comportamento, o que inclui as funções cognitivas e intelectivas.

Sendo assim, a sequência da investigação clínica se torna coerente: Neurologia > Psiquiatria.

Sobre os tratamentos psiquiátricos, é importante que não se faça confusão com os tratamentos executados pela psicologia, que não é uma especialidade médica, mas é uma cadeira cujas origens se encontram na Filosofia. A Psiquiatria é uma ciência médica, a Psicologia é uma ciência humana. Cada uma tem o seu lugar bem delimitado.

Quanto a nós, psiquiatras, podemos lançar mão de tratamentos estritamente psicoterápicos (sem uso de medicação), estritamente psicofarmacoterápicos (com medicação), e o que é mais frequente, uma combinação de ambos.

Sobre os custos do tratamento, o que posso lhe dizer é que se há um território na existência onde o barato pode sair muito caro, esse território é o da saúde. Não há como viajar para Londres em um belo e confortável Boeing pagando-se o preço de uma passagem doméstica de ônibus interestadual. Os investimentos para uma formação médica sofisticada e especializada são muito elevados. Todavia, de modo geral, os tratamentos pagos em Psiquiatria são acessíveis a uma grande parcela da população. Já sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre uma importante parcela do segmento dos planos de saúde, posso lhe afirmar, com meus 21 anos de atividade médica, que a realidade é muito mais precária do que muitos supõem.

É o que posso lhe dizer por hora. Grato por seu contato!

 
Amor e Devoção à Bíblia

Dr. minha mulher teve um medo de ir para rua do tralho que desenvolve, e neste momento conheceu gente da igreja envangelica, que deu um apoio ,a partir dai so a biblia existe, tudo é a biblia, que tipo de doenca e esta? realmente parece uma lavagem celebral, mais o importante é que a mesma e psicologa. Uma mudanca radical em 3 meses. o que é isto, ja que a mesma deveria ter um conhecimento de causa. agradeco pela ajuda. (Santa Catarina)

 

Prezado amigo, pessoalmente, sou um homem que lida com ciência em meu dia a dia. Prezo a leitura bíblica e o conhecimento das Escrituras Sagradas. Há, sim, que haver moderação em todo comportamento. Todavia, não conheço ninguém que tenha jamais adoecido por conhecer a Palavra de Deus, a Bíblia.

Grato por seu contato!

 
Agressão e Tratamento Psiquiátrico

Meu marido vem apresentando um comportamento estranho e ultimamente do nada ,por causa de uma sinples conversa me agrediu com uma faca quase me atingindo. estou sem saber como começar o tramento com ele. obrigada .beijos (São Paulo)


Prezada Sra, ninguém é obrigado a se submeter a tratamento algum sem que o indivíduo deseje, salvo em determinados casos onde a justiça assim o determine. Todavia, quando o comportamento de uma pessoa portadora de algum transtorno psiquiátrico traz riscos a ela ou a terceiros, como nos casos de agressão ou de ameaça de agressão, por exemplo, a medida a ser tomada é solicitar a presença da polícia. Após isto, deverá ser acionado um serviço de remoção especializado (em algumas situações o SAMU pode ser acionado) e o indivíduo encaminhado a um hospital para avaliação. Pode também ocorrer que o indivíduo seja levado a uma delegacia de polícia e o delegado deverá ser informado pela família sobre a possível existência de um transtorno mental em curso. Nesse caso, provavelmente ele encaminhará o paciente a um hospital ou pronto-socorro. Após isto, o correto é que um Psiquiatra seja chamado e avalie o paciente. Após isto tomará sua decisão quanto ao tratamento indicado ao paciente. Deverá ser feito um Boletim de Ocorrência (BO) e caberá ao delegado a decisão sobre a abertura de um inquérito policial. Passados outros trâmites, o caso chegará a um juiz de primeira instância. Este, frequentemente nesses casos, solicita uma perícia psiquiátrica a fim de se inteirar sobre o estado de saúde mental do examinando. Após isto, o juiz tomará sua decisão, o que pode, inclusive, incluir a decisão de determinar uma internação compulsória.

Melhor seria, entretanto, que nada destas coisas necessitasse ocorrer. Portanto, se seu marido possui algum médico de sua confiança (um cardiologista ou clínico geral, por exemplo), este deverá ser procurado pela família e informado sobre essas mudanças de comportamento. O médico, então, encaminhará o paciente a um psiquiatra e ele avaliará o paciente. De qualquer modo é necessário agir o quanto antes!

 
Depressão, Síndrome do Pânico ou Transtorno Bipolar?

Boa tarde. Meu nome é Larissa, e eu tenho 18 anos. Consigo passar da euforia pra depressao em SEGUNDOS.. tenho crises de choro, aperto no peito, coração acelera, angústia,pânico, pensamento acelerado entre outras coisas. Pode ser bipolaridade, sindrome do panico, depressao, ou os 3 num só? Posso tomar remédio apesar da pouca idade? obrigada!

 

Sua mensagem é bastante interessante e importante na medida em que suas dúvidas são muito frequentes no dia a dia de diversas pessoas. Suas poucas, porém objetivas, palavras seriam o suficiente para uma resposta bastante longa, bem maior do que está será. Vamos, porém, por partes.

 

Primeiramente, devo esclarecer que isto aqui não é nenhuma consulta online (o que não é permitido pelo Conselho Federal de Medicina), mas um esclarecimento aos seus questionamentos (que, seguramente, são também questionamentos de uma vasta miríade de pessoas).

Você conseguiu, em poucas palavras, citar alguns dos mais frequentes sintomas de pessoas portadoras dos assim chamados transtornos psiquiátricos leves: aperto no peito, angústia, aceleração do coração, choro, etc. E isto, por si só, já dá margem a possíveis confusões para quem não é especialista (Psiquiatra), pois os diagnósticos em psiquiatria não se resumem a depressão, síndrome do pânico e transtorno bipolar. Há, na realidade, dezenas de diagnósticos onde estas manifestações clínicas podem estar presentes e não se tratar nem de depressão, nem de síndrome do pânico ou de transtorno do humor bipolar.

A sua visão (em que pese o mérito do seu esforço a fim de compreender a si própria) do que está acontecendo sugere a idéia do que chamamos de diagnósticos reducionistas (ou simplistas), ou seja, é como se tudo em psiquiatria coubesse em um só pacote, em um só embrulho, em uma única apresentação de sinais e de sintomas de cujo pacote só se poderia tirar como resultado (diagnóstico) depressão, síndrome do pânico ou transtorno bipolar. Mas, como dizia o poeta inglês Shakespeare: “Há muito mais entre o céu e a terra do que imaginam as nossas vãs filosofias”.

 

O que aqui escrevo é, novamente, um alerta sobre os riscos de auto-diagnóstico e também de diagnósticos mal elaborados por médicos não especialistas em Psiquiatria. Lembrando que não se prescreve um colírio para quem sofre de hérnia de hiato esofageano e nem tampouco se trata uma pneumonia realizando um cateterismo.

O que estou dizendo é que não haverá tratamento correto se o diagnóstico também não for correto.

A psiquiatria é uma especialidade médica, e medicina é ciência, e, aliás, uma ciência muito mais exigente do que outras cadeiras, como engenharia e até mesmo a matemática, a despeito de todas as suas importantes aplicações.

É, portanto, um alerta a que se evite, o tanto quanto possível, o auto-diagnóstico, e mais ainda a auto-medicação.

 

Sobre o que você menciona sobre passar da “euforia” para “depressão” em segundos, eu perguntaria a você quais seriam os limites de uma euforia anormal (patológica) e uma euforia normal (fisiológica)? Qual a fronteira entre um estado depressivo que signifique doença depressiva e um estado depressivo reativo (como o luto, por exemplo)? E onde estão as delimitações do que seja, ou não, uma autêntica variação do humor?

 

Não estou lhe criticando e muito menos censurando, ainda mais porque vejo que você parece estar sofrendo pelo que sente. Todavia há riscos implícitos e óbvios em se tratando de auto-diagnóstico e muito mais ainda de medicações utilizadas de modo incorreto (e isto vale para leigos e também para nós, médicos).

 

Finalizando, pense em uma pessoa que esteja com dores abdominais e procure um cirurgião e diga: “Doutor, me opere depressa! Estou com dores fortes na minha barriga! Tira o meu apêndice ou extirpa a minha vesícula, porque só pode ser isso!” E nessa história, onde ficam as dores originadas no estômago, no duodeno, no jejuno, no esôfago, no íleo, no pâncreas, no peritônio, etc? E se o apêndice e a vesícula não tiverem absolutamente nada a ver com a história?

Espero que não somente você, mas outros leitores entendam e meditem sobre o assunto.

 

Grato por seu contato e espero que, depressa, tudo lhe seja solucionado!

De minha parte, é tudo o que posso lhe dizer comentando a sua pergunta aqui no site.

 

Como saber se o Diagnóstico está Correto?

Dr. estou consultando um psiquiatra e tomando medicação pro transtorno de humor. Como posso ter certeza que meu diagnóstico esta certo?  E se é possível acharem cura? Por que meu psiquiatra diz que não isso e muito angustiante.

 

Existem diversos transtornos psiquiátricos agrupados na abrangente categoria dos Transtornos do Humor. Dessa forma, simplesmente “transtorno do humor” é um diagnóstico ainda não suficientemente sofisticado. Por vezes há a necessidade de um período de tempo até que seu psiquiatra possa especificar com mais exatidão o diagnóstico.

Já sobre como ter certeza se seu diagnóstico está correto, você pode pedir ao seu psiquiatra para lhe fornecer o máximo de informações possíveis sobre o seu parecer diagnóstico. Esta é uma prática salutar e se chama de psicoeducação.

Caso persistam dúvidas, você tem o direito de ouvir uma segunda opinião.

 

Psiquiatria ou Neurologia?

Dr. Apresento alguns sintomas característicos de psicose, ou distúrbios neurológicos, embora não sejam constantes, me preocupa. tenho alucinações auditivas, ouço ruídos e sons produzidos por mim mesma, involuntários e rápidos. tenho movimentos involuntários dos membros também, braços e pernas, por exemplo: Estico a perna, sem controle e sem que eu quisesse fazer isso. normalmente ocorre a noite, mas não estou dormindo, deitada apenas. Sinto medo. Em 1998 tive um transtorno psíquico. Pensamentos involuntários e depressivos, foi horrível. sofri muito e tomei remédios controlados por muito tempo. me tratei e há alguns anos me sinto bem, nunca mais tive crises. Pode estar relacionado? meu caso é neurologia, ou psiquiatria? Pode me ajudar?

 

A Psiquiatria e a Neurologia são “especialidades primas”, sendo que em diversas ocasiões não é possível separar suas interfaces, isolando-as.  Embora não sejam infrequentes as situações onde o Neurologista encaminha o paciente ao Psiquiatra e vice-versa.

Pelo seu relato, há características no seu caso que parecem solicitar a atenção de ambas as especialidades.

Caso opte por se consultar com um Psiquiatra e com um Neurologista, e se esta for, de fato, a sua necessidade, seria interessante que houvesse um intercâmbio entre ambos os especialistas que vierem a lhe assistir.

 

 
Minha Prima toda vez que bebe entra em Surto!

Minha prima toda vez que bebe entra em surto ! O marido dela a abandou com seis meses de casamento, porque toda vez que ela bebe faz escandalo, já ameaçou ele com uma faca, quebrou a casa inteira, chamou a polícia e inventou que ele estava agredindo ela (mas não agrediu) e até que ele pediu a separação. Ela não bebe sempre, mas quando bebe surta de vez, foi no psicólogo e não teve jeito. Será que ela psicotica ? Pq alcoolismo, não sei... ela trabalha e só bebe as vezes, mas entra em surto quando bebe, esquizofrenia, alguma coisa assim ?

 

O álcool pode exercer efeitos devastadores sobre o Sistema Nervoso Central (cérebro, tronco cerebral, medula). Ainda que as respostas aos efeitos do álcool sejam, em importante medida, diferentes de uma pessoa para outra.

Porém, todo e qualquer ser humano após ingerir grandes quantidades de álcool apresentará alterações de comportamento, invariavelmente. Uns mais, outros menos. Mas o álcool sempre altera o comportamento.

Em diversos casos, a simples ingestão de álcool pode levar a quadros bizarros de alterações do comportamento que podem se assemelhar a francos transtornos psicóticos (lembrando, inclusive, surtos esquizofrênicos), e a pessoa pode não ser portadora de transtorno mental algum. É, pura e simplesmente, o efeito químico do álcool sobre as células neuronais.

Ainda uma outra situação é quando existe um transtorno psiquiátrico de fundo, ou seja, a pessoa já possui o transtorno mental que é exacerbado ou precipitado pelo uso do álcool etílico. É relativamente frequente observarmos pessoas portadoras de Transtorno Bipolar, por exemplo, que entram em surtos maníacos após beberem. Alguns indivíduos esquizofrênicos podem piorar gravemente se ingerirem álcool. Também pessoas portadoras de Transtornos Depressivos podem apresentar pioras graves do quadro depressivo após ingerirem álcool. O álcool também pode levar e conduzir pessoas à Depressão, independente da presença de um Transtorno Depressivo prévio.

Há etilistas que acreditam não serem alcoólatras pelo simples fato de beberem de vez em quando. Porém, em muitos casos, pessoas que bebem grandes quantidades de álcool ocasionalmente podem ser portadoras de uma variação do etilismo bem mais grave do que até mesmo pessoas que bebem diariamente. Ou seja, não é quando a pessoa bebe que se caracteriza o etilismo, mas sim como bebe e quanto bebe.

Pelo seu relato, sua prima necessita de ser avaliada por um Psiquiatra, o quanto antes.

 

    Médico Psiquiatra e Nutrólogo

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